O Ibovespa fechou o útimo pregão do mês de março, terça-feira (31) em queda de 2,17%, aos 73.019 pontos. O pregão foi marcado por movimentos distintos por conta do resultado do desemprego no Brasil e os dados da China sobre uma possível retomada da atividade econômica. “Enquanto as empresas ligadas à economia doméstica, como o setor de varejo, sofreram com o aumento da taxa de desemprego em fevereiro, o bom resultado dos PMIs chineses abriram caminho para uma recuperação do setor de commodities”, destacou Rafael Ribeiro, analista de ações da Clear Corretora.

Entre os cinco papéis mais negociados do dia, subiram: preferenciais da Petrobras (4,56%) e Vale (3,47%). Caíram: Magazine Luiza (-6,27%), Itaú Unibanco (-4,23%) e Bradesco (-3,44%). O Ibovespa fechou março com um tombo acumulado de 29,90% negativo, o pior desempenho mensal desde 1998. Além disso, a bolsa brasileira teve o pior trimestre da história, com perdas de 36,86%. Mesmo com os estímulos anunciados pelos governos e bancos centrais globais, os investidores mostram preocupação com o avanço da pandemia do novo coronavírus e o prolongamento dos impactos na economia devido as paralizações sem coodernção por parte dos governos estaduais. O dólar terminou a terça em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,19. A valorização da moeda norte-americana no mês foi de 15,96% e de 29,44% levando em conta o primeiro trimestre do ano.

 

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